Dos 2 aos 12 anos, somos considerados crianças. Neste período, temos o dever de nos divertir, de correr, de brincar, de levar a vida leve e solta. Direitos básicos, correto? A família e a escola, a praça, o playground do edifício, o jardim de casa, a rua, a casa dos avôs e dos amigos são aliados desta fase. Nesta década, no entanto, eis que surge um protagonista ativo e que desacomoda todos os adultos: o celular. Este objeto ganhou status de companheiro e de extensão do corpo da criança - inclusive.
Vamos nos colocar aqui como um espaço de inquietação, que faz perguntas e não dá respostas, combinado? Como está esta criança que foi afastada do convívio por conta da pandemia por 2 anos? O que podemos fazer para garantir que ela continue a correr, a brincar com aviões de papel e a subir em árvores? Antes da Covid-19, já havia o desafio de garanti r segurança e evitar a violência, além de promover momentos de brincadeiras e oferecer espaços para estimular os jogos e a interação.
E como a revista tem colaboradores com muitas vivências, você encontrará informações de profissionais que atuam para atender a criança, e também para atender as necessidades da família como um todo.